“Morando por quase dois anos...
Tive uma péssima experiência, mas acredito que meu caso foi bem particular.
Em geral, o lugar é bom de se viver, tem espaços de convivência, e encontros entre moradores para lazer e qualidade. Porém, se não é do seu interesse interagir, conversar, fazer aquela social bacana talvez seja melhor repensar. O lugar é aberto ao convívio com pessoas de todas as idades, de crianças correndo na rua até senhores de idade caminhando.
Apenas cruze os dedos para ter a sorte de ter uma boa vizinhança. Vizinho de lado então, reze para uma boa experiência.
No meu caso apenas stress.
A residência em si apresenta pouca privacidade, paredes sem redução de ruídos. Muitas baratas, manutenção nos arredores constantes. Muita obra. É acabar uma e começar outra, seja pintura, jardinagem, enfim muitas pessoas para um pequeno espaço. Acaba que todos ficam cerceados em suas liberdades, uma pequena extravagância seja aumentando o som da sua música, fazendo um churrasco no fundo da casa a sua diversão acaba virando transtorno do outro.
Você acorda de manhã e dá bom dia pro seu vizinho.Paredes finas.
Isso quando ele não te acorda martelando a parede 8Am com seu bebê de colo do lado.
Uma ideia que daria muito certo no Japão, onde as pessoas têm outro nível de consciência social, um local como esse no Brasil gera confusão entre vizinhos, descarte irregular de lixo, insetos, doenças, enfim...
Péssimo.
Até para as crianças não é tão produtivo, o uso de substâncias e influências externas seja um jovem adulto, incentivando ações improdutivas na convivência, no proprio condomínio, o que acaba respingando. Seja oferecendo alguma substância ou descarte irregular de garrafas de bebidas e vai do seu filho decidir o que fazer com aquilo. Cigarro, drogas e álcool.
Para quem não passa tempo em casa, passa a maior parte do tempo trabalhando e afins parece ser ótimo. Chega de noite, dormir e levantar pro trampo, final de semana sai de casa. Perfeito!
Agora se espera trabalhar com home office e desfrutar de paz e calmaria, até mesmo aos fins de semana. Idosos que procuram descanso e calmaria. Pessoas acamadas.
Sugiro procurar um local menos povoado e melhor planejado.
Enfim, como qualquer lugar apresenta problemas, a mim e a minha família não agradou. Sugiro que visite o imóvel mais de uma vez, converse com moradores e conheça o lugar que vai ficar.
Por fim, a residência apresentava problemas estruturais e a vizinhança faltava paz e bom senso no cumprimento das regras básicas de convivência.
Quase um inferno na terra.”