“Achei uma super oportunidade de compra de casa no Jardim Botânico, mas infelizmente estava sendo vendida por um corretor da JWA. Visitei a casa, gostei e estava calculado a proposta que ia fazer. Perguntei ao corretor se tinha taxas além do condomínio. Ele respondeu que tem mais de 40 condominios no Jardim Botânico e que ele não tem como saber de tudo. Eu perguntei se ele poderia perguntar, pois eu queria fazer uma proposta que ficasse boa para mim e para o vendedor, de forma bem justa e o mais próximo possível do valor anunciado. O corretor, chamado Júnior, me mandou um áudio de três minutos falando que com meu dinheiro ele tinha quase 100% de certeza que a dona nem ia aceitar a proposta e que ele já tinha fila de espera (eu não havia falado para ele quanto eu tinha de dinheiro, só disse que iria dar uma entrada e aguardar 30 dias até receber o dinheiro do apartamento que vendi entrar na minha conta). Disse que não ia perguntar sobre a taxa para o proprietário e que, se eu não quisesse comprar, tinha quem queria. Ele achou um absurdo eu perguntar sobre as taxas e disse estava ocupado demais para se preocupar com pormenores. Tudo isso na maior grosseria do mundo. Péssima experiência. Ah, uma assistente desse cara, Alba, também entrou em contato. Só responde o que quer. Na maior parte das vezes, faz de conta que não leu a pergunta. Parece ser um padrão deles.
Obs: nunca foi dito que a proprietária só aceitava à vista. Pelo contrário, me pediram para falar o valor que daria de entrada para fazerem a proposta. Desde o primeiro contato, eu avisei que ainda precisava receber o valor da venda do meu apartamento. Avisei que só teria interesse se a proprietária estivesse disposta a aguardar. Tenho áudios disso também. Me informaram que a proposta anterior não foi aceita, porque a moradora precisava de prazo para desocupar, que seria igual ao prazo que eu precisava para quitar o negocio. Ainda assim, marcaram a visita. Eu visitei a casa em um dia e formulei a proposta no dia seguinte. O atendimento foi grosseiro. Ao invés de tentar botar palavras na minha boca, melhorem o serviço. Eu jamais ficaria brava por não ter a opção de parcelar, apenas não fui informada, à princípio, que não seria possível. Tenho áudios também. Eu não perguntei o que estava incluso na taxa, mas o que eu teria que pagar além da taxa de condomínio, isso é o básico de informação que uma pessoa que quer fazer uma proposta quer saber.”
