“Estive neste domingo na Drogaria Rosário do Jardim Botânico, próxima ao condomínio Jardins do Lago, para comprar o Mounjaro para minha esposa, que faz uso contínuo do medicamento.
Na unidade, a atendente informou que não havia o produto disponível e nos orientou a procurar a loja 465, também no Jardim Botânico, ao lado da Petz.
Seguindo a orientação, realizamos a compra pelo aplicativo da Rosário, recebemos a confirmação da compra e nos dirigimos à referida loja para retirar o produto.
Para nossa surpresa, a atendente Natália informou que não haviam recebido nada e que não poderiam fazer nada, pois era necessário aguardar o lançamento do pedido no sistema para emissão da nota fiscal — com prazo de até 24 horas.
Ou seja: minha esposa terá de interromper o tratamento por falha no sistema da rede?
Em momento algum, nenhuma das unidades informou que haveria necessidade de aguardar para a retirada.
Se o aplicativo permite a compra imediata, por que a loja física não tem acesso ao mesmo desconto e nem consegue liberar o produto?
É um sistema “inteligente” ou simplesmente um sistema burro, que penaliza o cliente?
Tentamos contato com o teleatendimento, e minha esposa falou com a supervisora Mariana, que afirmou não poder fazer nada, já que o SAC não funciona aos domingos.
Mas e se estivéssemos diante de uma emergência médica? Qual seria a solução?
Infelizmente, essa experiência apenas confirma o motivo de as Drogarias Rosário estarem cada vez mais vazias: atendimento falho, falta de preparo das equipes e descaso com o consumidor.
E para piorar, a rede ainda possui exclusividade com o laboratório da farmacêutica americana Eli Lilly, o que nos torna reféns desse tipo de atendimento — sem opção de recorrer a outro canal mais eficiente ou humanizado.”

Paulo Marcial
7 meses atrás